INDÚSTRIAS
A técnica é a mesma. O peso de cada ativo muda.
Descobrir um subdomínio esquecido funciona igual em qualquer setor. O que muda é o peso desse subdomínio: um portal de assinante derrubado custa reputação, um portal acadêmico exposto custa dado de menor de idade, um checkout com script de terceiro custa PCI DSS. A priorização carrega esse contexto.
SETORES REGULADOS
Onde a exposição tem um regulador olhando
Serviços financeiros →
Bancos, fintechs e instituições de pagamento, com a evidência que a regulação do Banco Central pede.
Saúde →
Operadoras, hospitais e laboratórios, onde o dado exposto é dado sensível por definição.
Governo e setor público →
Portais ao cidadão, serviços digitais e ativos de autarquias que raramente aparecem no inventário oficial.
Energia e utilities →
Descoberta e monitoramento sem agente, sem encostar no ambiente industrial.
Telecomunicações →
Equipamentos de borda, portais de assinante e a superfície que cresce a cada aquisição.
DEMAIS SETORES
Onde a superfície cresce mais rápido que o inventário
Varejo e e-commerce →
Checkout, scripts de terceiros e a coleção de marcas que cada campanha deixa no ar.
Indústria e manufatura →
A convergência entre TI e ambiente industrial, vista pelo lado de fora.
Educação →
Portais acadêmicos, ambientes de aprendizagem e os ativos que cada departamento sobe por conta própria.
O QUE NÃO MUDA
O inventário oficial erra para menos em todos eles
A lista de ativos de uma empresa costuma ser montada de dentro para fora, seguindo o organograma. O atacante monta a dele de fora para dentro. A diferença entre as duas listas é a superfície que ninguém está olhando, e é ela que a CSURFACE mede primeiro.
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