CONTINUOUS EXPOSURE MANAGEMENT

Domínio sobre
sua superfície de ataque externa

A partir do domínio raiz, Machine Learning e uma camada agêntica determinam a propriedade de cada ativo e sustentam um inventário vivo, priorizado por risco.

DESCUBRA O QUE ESTÁ EXPOSTO NA SUA SUPERFÍCIE · ANÁLISE PRELIMINAR GRATUITA EM 48H

Sem cartão. Sem reunião. Sem ligação comercial. O resultado é enviado para o seu e-mail em até 48 horas úteis.

Uma só plataformaDescoberta, validação, terceiros e risco em Reais sob um só modelo de dados
Valor em horasSó o domínio raiz — sem agentes, sem integração, sem projeto
Priorização por risco realPrimeiro o que o atacante explora, acima do CVSS

O QUE A CSURFACE ENCONTRA

A superfície de ataque real é sempre maior que o inventário oficial

Números agregados das organizações já analisadas pela CSURFACE.

0

ativos externos mapeados

0

organizações relacionadas descobertas

0

das aplicações web expostas operam sem WAF

0

a vulnerabilidade exposta mais antiga que já encontramos

Em 2 de cada 3 empresas analisadas, há uma vulnerabilidade explorável esquecida há mais de cinco anos. Em mais da metade, com código de exploração público disponível.

A lacuna está em saber o que existe, antes de qualquer ferramenta de segurança. Veja o panorama completo no Estado da Exposição Digital →

POR QUE ISSO IMPORTA

O atacante precisa de uma só oportunidade: o caminho de menor resistência.

Geralmente é um ativo ausente do inventário — exposto e fora de qualquer controle. As três brechas mais comuns que encontramos:

1.068organizações e ambientes relacionados fora do inventário

Subdomínios e ambientes esquecidos

Portais de homologação, ambientes descontinuados e subdomínios esquecidos permanecem publicados e sem atualização de segurança — um vetor de entrada de baixa visibilidade, explorável sem gerar qualquer alerta na operação.

37%das empresas analisadas tinham credenciais corporativas vazadas

Credenciais corporativas vazadas

Credenciais aparecem em vazamentos públicos e na dark web. A detecção leva, em média, 94 dias — janela suficiente para ataques de credential stuffing contra os portais da organização.

71%das aplicações web expostas operam sem WAF

Shadow IT e SaaS não autorizado

Áreas de negócio contratam ferramentas, provisionam ambientes em nuvem e publicam APIs sem passar pela segurança. Ativos ausentes do inventário ficam fora do escopo de proteção e das auditorias de conformidade.

Em mais de um terço das violações de dados havia shadow data envolvido — informação em ativos não gerenciados, fora do radar da segurança.

IBM Cost of a Data Breach Report 2024 · pesquisa conduzida pelo Ponemon Institute

POR QUE CSURFACE

A CSURFACE opera no ritmo da ameaça, em ciclo contínuo.

Machine Learning e a camada agêntica reavaliam a superfície em ciclo contínuo, de horas. Atribuem a propriedade de cada ativo e, onde há cobertura de testes, confirmam a explorabilidade antes de o alerta chegar à equipe.

  • Plataforma única: descoberta, validação e priorização em um só ciclo contínuo
  • Descoberta de shadow IT e ativos fora do inventário oficial
  • Mapeamento da cadeia digital de fornecedores no nível do código
  • Monitoramento contínuo de credenciais corporativas vazadas
  • Validação de exploitabilidade real, além do CVSS estático

Ver a comparação completa por abordagem do mercado →

PROVA DE COBERTURA

Quantos ativos a sua organização não sabe que tem?

Em clientes recentes, a CSURFACE descobriu até 6,7× mais ativos do que o inventário oficial registrava. São números de implantações reais, com cliente e escopo definidos.

Instituição financeira · médio porte+69% · 1,7×
Inventário oficial160
Descoberto pela CSURFACE271

A organização operava sobre 160 ativos externos. A CSURFACE entregou 271 — subdomínios herdados, ambientes esquecidos e serviços publicados que não constavam em CMDB algum.

Startup SaaS B2B · Brasil+571% · 6,7×
Inventário oficial85
Descoberto pela CSURFACE570

A engenharia monitorava 85 ativos. A CSURFACE descobriu 570 — ambientes provisionados sem passar pela segurança, serviços herdados de fases anteriores, APIs publicadas fora do processo formal.

Casos reais, identificadores anonimizados. Métrica: ativos externos não-listados no inventário oficial do cliente, atribuídos com confiança ≥ 95% pela camada agêntica.

RISCO EM REAIS

Quanto custa, em Reais, uma superfície fora de controle

Estime a perda anual esperada de um incidente com metodologia FAIR, calibrada pelo IBM Cost of a Data Breach 2025 (Brasil). Ajuste os campos e compare com o benchmark do seu setor — sem cadastro.

Perda anual esperada (ALE)

R$ 0

Quanto, em média anual, esperamos que custe — probabilidade × impacto.

Probabilidade 12 meses

0%

Exposição multa LGPD

R$ 0

Benchmark do setor — IBM 2025

R$ 0

Custo médio de uma violação de dados no setor (IBM Cost of a Data Breach 2025, Brasil).

Estimativa de orientação executiva, baseada em metodologia FAIR e no IBM Cost of a Data Breach 2025 (média Brasil: R$ 7,19 mi). Para clientes da plataforma CSURFACE, a metodologia incorpora dados proprietários adicionais — ajuste fino de probabilidade conforme contexto de negócio, processos críticos e inventário de ativos efetivamente observados. Não substitui uma análise quantitativa formal de risco.

MONITORAMENTO CONTÍNUO

Entre uma varredura agendada e a próxima, abre-se uma janela de exposição.

Ferramentas de varredura agendada — mensal ou semanal — enxergam a superfície apenas no instante da execução. Um novo ativo publicado, um CVE crítico divulgado, um certificado expirado ou uma credencial vazada entre uma rodada e a próxima permanece invisível até a varredura seguinte. A CSURFACE monitora continuamente e fecha esse intervalo.

VARREDURA AGENDADA · MENSAL janela de exposição scanscanscanscan Novo ativo exposto CVE crítico publicado Credencial vazada CSURFACE · CONTÍNUO detectado no momento
Intervalo sem visibilidade (agendado) Detecção contínua (CSURFACE)

Veja em ação · O ciclo contínuo

Da descoberta à mobilização, sem interrupção.

Sete etapas encadeadas que a plataforma executa e reexecuta em ciclo — mantendo o inventário vivo e a fila de risco sempre no presente da ameaça.

1Discovery

Descoberta

Cada ativo exposto na superfície externa, inclusive shadow IT.

2Mapeamento

Mapeamento

Domínios, IPs, aplicações, certificados e cadeia de fornecedores num mapa vivo.

3Contexto

Contextualização

Tecnologia, propriedade e criticidade — o dono decidido antes do alerta.

4Identificação

Identificação

Vulnerabilidades, exposições e configurações fracas em cada ativo.

5Validação

Validação

Testes seguros confirmam o que é de fato explorável.

6Priorização

Priorização

Ordenado por risco real — exploração ativa cruzada com a criticidade.

7Mobilização

Mobilização

Encaminhado ao time responsável, com correção sugerida, até fechar.

↻ executado e reexecutado em ciclo contínuo

Cada alerta responde três perguntas:
é seu, é explorável, vale agir.

O que não responde positivamente às três permanece em registro técnico, fora do painel. Triagem antes da entrega, em substituição à capacidade humana consumida em pós-validação.

A PLATAFORMA EM PILARES

Uma plataforma, todos os pilares da gestão de exposição

O relatório é a porta de entrada; a plataforma mantém você à frente. Descoberta, priorização, validação e resposta operam sob um único modelo de dados — cada pilar alimenta o próximo.

CADEIA DIGITAL DE FORNECEDORES

Sua superfície de ataque inclui quem você não controla.

Cada dependência externa — script embarcado, CDN, API consumida, SaaS contratado — entra na sua superfície pelo seu próprio domínio. Quando o terceiro é comprometido, o ataque chega pelo seu HTML, sem que o atacante toque na sua infraestrutura. Foi exatamente assim que o incidente da Polyfill.io, em junho de 2024, alcançou mais de 100 mil sites legítimos.

Cadeia digital no nível do código

Scripts de terceiros, tags de analytics, CDNs e bibliotecas embarcadas em runtime nas suas aplicações. A CSURFACE mapeia cada dependência e a versão exata observada — antes que o próximo comprometimento se torne um incidente.

APIs e endpoints dependentes

Endpoints de terceiros que seu produto consome, chaves expostas em frontend, escopos OAuth concedidos. Quando o provedor cai ou é comprometido, o impacto recai sobre o seu cliente, através do seu próprio ambiente.

Postura externa dos fornecedores · TPRM

Uma disciplina à parte da cadeia embutida no seu código: o TPRM avalia a postura externa observável de cada fornecedor crítico — pagamento, identidade, mensageria, ERP. É o que o atacante enxerga do parceiro antes de o ataque chegar pela cadeia.

INTEGRAÇÕES NATIVAS

Conectado ao que já roda na sua operação.

A CSURFACE se conecta nativamente ao stack que o seu time já usa — SIEM, ticketing, ChatOps, SOAR — para que o alerta validado chegue no fluxo de trabalho existente, dentro do próprio ambiente que a equipe já consulta.

SIEM

Splunk · Microsoft Sentinel · IBM QRadar · Elastic

Ticketing

Jira · ServiceNow

ChatOps

Slack · Microsoft Teams

SOAR

Splunk SOAR · Tines · Cortex XSOAR

API + Webhooks

REST + webhook genérico para integração customizada

CSURFACE POR SETOR

Cobertura específica para a regulação do seu setor

USE CASE · M&A CYBER DUE DILIGENCE

A superfície de ataque herdada chega antes do contrato.

Em operações de M&A, a CSURFACE entrega o mapa completo da exposição externa da empresa-alvo — incluindo shadow IT, ambientes de aquisições anteriores e cadeia digital embarcada — antes do signing. Avalie o risco cibernético no mesmo prazo da due diligence financeira.

Ver solução M&A →

O QUE FALAM SOBRE NÓS

O que clientes de segurança dizem sobre a CSURFACE.

PERGUNTAS FREQUENTES

FAQ

A análise preliminar é mesmo gratuita?

Sim. Você informa o e-mail corporativo e recebe, no seu e-mail, um relatório preliminar com os principais achados da superfície de ataque da sua empresa. Sem cartão de crédito, sem reunião obrigatória e sem ligação comercial.

Por que preciso usar um e-mail corporativo?

A análise roda no domínio do seu e-mail. Por isso não aceitamos provedores gratuitos (Gmail, Hotmail, Outlook etc.) — e por isso pedimos que você confirme ter propriedade ou autorização sobre os ativos daquele domínio.

Quanto tempo leva para receber o relatório?

O relatório preliminar chega ao seu e-mail em até 48 horas úteis. A análise é feita do lado de fora — não dependemos de instalação nem de acesso à sua infraestrutura.

A análise é intrusiva? Vocês precisam de acesso à minha rede?

Não. A análise preliminar é passiva e não-intrusiva — baseada em observação externa e fontes públicas, exatamente a perspectiva de um atacante. Zero agentes, zero instalação, nenhum teste destrutivo. Veja os Termos da Análise Preliminar.

O que a CSURFACE encontra que meu time não vê?

Subdomínios e ambientes esquecidos, shadow IT, ativos fora do inventário oficial, credenciais corporativas vazadas e a cadeia digital de fornecedores embutida no seu código. É comum a empresa descobrir um múltiplo de ativos a mais do que o inventário oficial.

Como CSURFACE se diferencia de Tenable e Qualys?

Uma plataforma única que vai além do inventário de ativos: descoberta com Machine Learning de shadow IT e ativos fora do inventário, mapeamento da cadeia digital de fornecedores, monitoramento de credenciais vazadas e validação de exploitabilidade. Veja os diferenciais da plataforma.

Onde você está agora?

Veja sua empresa como um atacante veria.

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