EASM · EXTERNAL ATTACK SURFACE MANAGEMENT

EASM que enxerga além do DNS público conhecido.

A superfície de ataque externa de uma organização vai muito além do DNS público conhecido. Inclui serviços contratados por áreas de negócio, infraestrutura herdada de aquisições, ambientes de teste e painéis administrativos esquecidos. A CSURFACE descobre essa exposição com Machine Learning analisando múltiplos sinais independentes por ativo; a camada agêntica decide sobre a propriedade antes do alerta chegar à equipe — eliminando o ruído na origem.

O DESAFIO

Não é possível proteger o que não se conhece

A superfície de ataque externa muda todos os dias. Um novo serviço é contratado por uma área de negócio, um subdomínio é publicado para uma campanha, um ambiente de homologação é exposto, uma subsidiária mantém sua própria infraestrutura. Cada um desses ativos amplia a exposição da organização — e a maioria deles nunca chega ao inventário oficial de segurança.

As abordagens tradicionais de mapeamento dependem de listas de domínios conhecidas e de varreduras pontuais. Elas encontram o que já era esperado, mas deixam de fora justamente o que mais importa: o ativo ausente do inventário. O External Attack Surface Management parte de outra premissa — a descoberta precisa ser contínua, abrangente e independente do que a organização declara conhecer.

CAPACIDADES

O que a CSURFACE entrega em EASM

Uma visão completa e sempre atualizada da exposição externa, classificada por relevância para o negócio.

Descoberta abrangente de ativos

A plataforma identifica domínios, subdomínios, endereços de rede, serviços e aplicações expostos à internet, inclusive os que não constam do inventário oficial da organização.

Visibilidade de shadow IT

Serviços contratados fora do processo formal de tecnologia são trazidos à luz, junto com a infraestrutura de subsidiárias e a cadeia digital de fornecedores embutida nos ativos.

Classificação por criticidade

Cada ativo descoberto é classificado por relevância para o negócio com apoio de Machine Learning, de modo que a atenção da equipe se concentre no que de fato importa.

Avaliação contínua de exposições

A plataforma identifica vulnerabilidades e configurações inadequadas nos ativos expostos e acompanha a evolução dessas exposições ao longo do tempo.

Alertas sobre mudanças relevantes

Novos ativos, certificados prestes a expirar e alterações de configuração geram notificações priorizadas, para que a equipe reaja antes que a exposição se torne um incidente.

Trilha auditável

Cada descoberta, classificação e mudança fica registrada, fornecendo evidência verificável para auditorias e para o acompanhamento pela alta administração.

superfície externa · descoberta contínua
AtivoTecnologiaExposição
portal.exemplo.com.brnovo Nginx · WordPress aplicação exposta
api.exemplo.com Kong · Node.js API pública
hml-legado.exemplo.com.brnovo Apache · PHP 7.2 legado exposto
vpn.exemplo.com.br Fortinet acesso remoto

A superfície descoberta a partir do domínio raiz — inclusive o que o inventário oficial não registra.

COMO FUNCIONA

Da descoberta à gestão contínua

O External Attack Surface Management é um processo permanente e contínuo.

Descoberta sem instalação

A partir do domínio da organização, a plataforma constrói o mapa da superfície externa sem necessidade de agentes ou acesso à rede interna.

Análise e priorização

Os ativos descobertos são correlacionados, classificados por criticidade e avaliados quanto a exposições, formando uma visão ordenada por risco real.

Monitoramento permanente

A superfície externa passa a ser acompanhada de forma contínua, e cada mudança relevante chega à equipe com contexto e sugestão de tratamento.

PERGUNTAS FREQUENTES

FAQ

Qual a diferença entre EASM e a gestão de vulnerabilidades tradicional?

A gestão de vulnerabilidades tradicional avalia ativos que já são conhecidos. O External Attack Surface Management começa antes: descobre quais ativos a organização expõe à internet — inclusive os que não constam de nenhum inventário — e só então avalia as exposições associadas a cada um.

É preciso instalar agentes ou conceder acesso à rede interna?

Não. A descoberta da superfície externa é feita a partir do domínio da organização, sem agentes e sem acesso à rede interna. A plataforma observa o que está acessível pela internet, da mesma perspectiva de um agente externo, e opera assim de forma autônoma.

Opcionalmente, a CSURFACE integra-se a ambientes de nuvem, WAF, CIEM e outras fontes para enriquecer a análise — integrações que ampliam o contexto, mas não são necessárias para a plataforma funcionar.

A plataforma cobre infraestrutura em nuvem?

Sim. Recursos de nuvem expostos à internet — registros de DNS, armazenamento público, endereços e certificados — entram na descoberta externa como qualquer outro ativo, sem necessidade de credenciais de acesso.

Com que frequência a superfície de ataque é atualizada?

A descoberta é contínua. A superfície de ataque externa é acompanhada de forma permanente, e novos ativos e mudanças relevantes são incorporados à visão da plataforma assim que são identificados.

Veja a sua superfície de ataque externa real.

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