Exposição em valor financeiro
O risco técnico é convertido em uma estimativa de perda esperada, expressa em valor financeiro — a métrica que a diretoria utiliza para decidir.
QUANTIFICAÇÃO DE RISCO CIBERNÉTICO
A Quantificação de Risco da CSURFACE converte telemetria técnica em estimativa de perda esperada, com faixas de incerteza — para que a conversa de segurança aconteça na linguagem do negócio. A diretoria não decide com base em quantidade de vulnerabilidades; decide sobre exposição financeira e retorno do investimento. A metodologia segue FAIR, calibrada pelo IBM Cost of a Data Breach 2025 (Brasil), com VaR P90/P99 e exposição LGPD. Para clientes da plataforma, a metodologia incorpora dados proprietários adicionais — probabilidade ajustada por ativo, processo crítico e contexto de negócio observado.
A calculadora pública utiliza parâmetros setoriais derivados do IBM Cost of a Data Breach 2025 (Brasil) e da metodologia FAIR — disponível em calculadora-de-risco.html. Para clientes da plataforma CSURFACE, a metodologia incorpora dados proprietários adicionais: probabilidade calibrada pela exposição real observada, contexto de negócio inferido pela camada agêntica, processos críticos identificados na superfície externa e inventário de ativos efetivamente mapeado.
O DESAFIO
A equipe de segurança comunica risco em termos técnicos: vulnerabilidades, severidade, tempo de resposta, cobertura de controles. Esses indicadores são essenciais para a operação, mas não respondem à pergunta que o conselho realmente faz: quanto essa exposição custa à empresa e quanto reduzimos com determinado investimento.
Sem essa ponte, decisões de orçamento e priorização ficam arbitrárias. Mapas de calor qualitativos refletem opinião, e notas externas são apenas um indicador aproximado. Falta uma quantificação que traduza o risco cibernético em valor financeiro, com rigor suficiente para sustentar uma decisão de capital.
CAPACIDADES
A quantificação parte de dados reais da plataforma e entrega resultados que a diretoria usa para decidir.
O risco técnico é convertido em uma estimativa de perda esperada, expressa em valor financeiro — a métrica que a diretoria utiliza para decidir.
O resultado toma a forma de uma distribuição — valor esperado e cenários de cauda — para comunicar incerteza com rigor.
As simulações comparam o risco atual com o projetado após uma ação de remediação, tornando o retorno do investimento explícito.
A quantificação segue o modelo FAIR, padrão de mercado que decompõe o risco em variáveis observáveis e auditáveis.
A estimativa é contínua: quando uma exposição crítica é tratada ou surge uma nova ameaça, o valor é reavaliado.
Cada estimativa expõe seus dados de entrada e premissas — pronta para comitês de risco, auditoria e processos de seguro cibernético.
METODOLOGIA
A CSURFACE adota o modelo FAIR (Factor Analysis of Information Risk), referência reconhecida para análise quantitativa de risco. Em vez de tratar o risco como um valor opaco, o FAIR o decompõe em variáveis observáveis — frequência provável de um evento e magnitude do impacto — cada uma estimada como uma faixa.
Sobre essas faixas, uma simulação probabilística produz uma distribuição de resultados possíveis: o valor esperado e os cenários menos prováveis, porém mais severos. A plataforma entrega o resultado dessa análise sustentado por dados de entrada explícitos, verificáveis a cada premissa.
Perda anual esperada
R$ 21,6 mi
▲ +0,7% no mês
Value at Risk · VaR 99
R$ 302,4 mi
1% de chance ao ano
Probabilidade de evento
34%
no grupo · 31% nos pares
Mitigação projetada
−48%
ALE com o roadmap priorizado
Value at Risk por confiança
Perda anual que não se espera exceder, por nível de confiança.
Curva de excedência de perda
Probabilidade de exceder cada valor de perda no ano.
COMO FUNCIONA
A quantificação parte de dados reais da plataforma — ativos, exposições e postura de controles — combinados com o contexto de negócio da organização.
O modelo FAIR e a simulação probabilística traduzem esses dados em exposição financeira, com valor esperado e faixas de incerteza.
Os resultados chegam em formato executivo, com cenários de investimento, e são reavaliados conforme o risco da organização muda.
O QUE VOCÊ GANHA
Com o risco quantificado, decisões de orçamento e prioridade passam a se apoiar em análise.
A diretoria avalia investimento em segurança com base em exposição financeira e retorno projetado, em vez de métricas técnicas isoladas.
A atenção e o orçamento se direcionam para as exposições que mais reduzem a perda esperada da organização.
Estimativas com metodologia reconhecida e trilha auditável sustentam o diálogo com comitês de risco, auditoria e seguradoras.
PERGUNTAS FREQUENTES
É traduzir o risco técnico em uma estimativa de exposição financeira, expressa em valor monetário. Em vez de comunicar quantidade de vulnerabilidades, a organização passa a comunicar quanto a exposição pode custar — e quanto ela é reduzida com determinado investimento. Na CSURFACE, a quantificação de risco está disponível como módulo da plataforma.
Não. A quantificação segue o modelo FAIR, que decompõe o risco em variáveis observáveis. Cada estimativa expõe seus dados de entrada e premissas, em uma trilha auditável adequada a comitês de risco e auditoria externa.
Porque risco é incerteza. A simulação probabilística entrega o valor esperado e também os cenários menos prováveis, porém mais severos. Isso permite comunicar incerteza com rigor e escolher o indicador adequado a cada conversa.
Não. A quantificação é alimentada por dados reais da plataforma. Quando uma exposição crítica é remediada ou surge uma nova ameaça relevante, o valor é reavaliado — refletindo o risco atual da organização.
Comece pela calculadora pública com metodologia FAIR. Ou informe o domínio da sua empresa e receba uma análise preliminar da sua exposição externa — sem cartão, sem reunião.
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