Mapa da superfície externa
A plataforma descobre os ativos que a empresa-alvo expõe à internet — incluindo infraestrutura herdada e serviços que não constam de inventários formais — e os classifica por relevância.
DUE DILIGENCE CIBERNÉTICA · M&A
Em uma fusão ou aquisição, a empresa adquirida traz consigo toda a sua postura cibernética — incluindo exposições que não constam de nenhum documento da operação. A CSURFACE avalia a exposição externa de uma empresa-alvo de forma independente, oferecendo ao processo de due diligence uma visão técnica que questionários e declarações não alcançam.
O DESAFIO
Uma aquisição transfere ao comprador os ativos, os contratos e a postura de segurança da empresa-alvo. Vulnerabilidades não tratadas, configurações inadequadas, infraestrutura herdada de operações anteriores e credenciais expostas passam a integrar o perímetro da organização adquirente. Quando essas condições só vêm à tona após o fechamento, deixam de ser uma variável de negociação e se tornam um custo.
A due diligence cibernética tradicional enfrenta uma limitação prática: o acesso à infraestrutura interna da empresa-alvo raramente é concedido antes do fechamento, e as informações disponíveis tendem a ser auto-declaradas. O resultado é uma avaliação superficial de um risco que pode ser material. É preciso uma forma de examinar a exposição da empresa-alvo de fora, sem depender da sua colaboração.
O QUE A AVALIAÇÃO ENTREGA
Os elementos que a CSURFACE traz ao processo de due diligence cibernética.
A plataforma descobre os ativos que a empresa-alvo expõe à internet — incluindo infraestrutura herdada e serviços que não constam de inventários formais — e os classifica por relevância.
As vulnerabilidades e configurações inadequadas identificadas são ordenadas por exploitabilidade real, separando o que é crítico do que tem menor impacto.
A avaliação revela a cadeia de terceiros embutida nos ativos da empresa-alvo, ampliando a compreensão das dependências que serão herdadas na operação.
A plataforma identifica credenciais corporativas expostas e outros indícios que sugerem que a empresa-alvo já pode ter sido alvo de comprometimento.
O resultado da avaliação é traduzido em uma leitura clara do risco, apropriada para informar o comitê de investimento e as decisões da operação.
A visão produzida na avaliação serve de ponto de partida para o plano de integração de segurança após o fechamento, com as prioridades já identificadas.
COMO FUNCIONA
A due diligence cibernética é conduzida de forma externa, sem interferir na empresa-alvo.
A partir do domínio da empresa-alvo, a CSURFACE delimita a avaliação e inicia a descoberta da superfície de ataque externa, sem necessidade de acesso interno.
A superfície externa é mapeada, as exposições são identificadas e priorizadas, e a cadeia digital de fornecedores é trazida à visão da avaliação.
Os achados são consolidados em uma visão de risco apropriada ao processo de due diligence, pronta para informar a negociação e a operação.
PERGUNTAS FREQUENTES
Não. A avaliação é conduzida a partir da superfície de ataque externa da empresa-alvo, observável pela internet. Isso permite examinar o risco cibernético antes do fechamento, mesmo quando o acesso à infraestrutura interna ainda não foi concedido.
A avaliação é conduzida de forma externa e não exige a participação da empresa-alvo. Ela observa a exposição acessível pela internet, da mesma perspectiva de um agente externo, sem instalar componentes na infraestrutura avaliada.
Sim. A avaliação traduz a exposição cibernética em uma leitura de risco apropriada para o comitê de investimento. Quando há exposições materiais, elas se tornam um elemento concreto a ser considerado na operação, e não uma surpresa posterior ao fechamento.
Sim. A visão da superfície de ataque externa produzida na due diligence serve de base para o acompanhamento contínuo da empresa adquirida e para o plano de integração de segurança, dando continuidade ao trabalho iniciado antes da operação.
Informe o domínio da empresa-alvo e receba uma análise preliminar da exposição externa. Sem cartão, sem reunião.
Receber análise preliminar