Inventário de toda a presença externa
A partir do domínio raiz, a CSURFACE mapeia aplicações, APIs, ambientes em nuvem e ativos de unidades e marcas relacionadas — inclusive o que o inventário oficial não registra.
SERVIÇOS FINANCEIROS
Bancos, fintechs e instituições de pagamento operam uma superfície digital ampla e em constante mudança — aplicações, APIs abertas, ambientes em nuvem e uma extensa cadeia de parceiros. A CSURFACE descobre e monitora continuamente essa exposição externa, do ponto de vista de quem ataca.
O CONTEXTO
O setor financeiro está entre os mais visados por atacantes, e por boas razões. As instituições movimentam dados sensíveis, mantêm integrações abertas com terceiros e adotam tecnologia em ritmo acelerado. Como entidades reguladas, respondem às Resoluções CMN nº 4.893/2021 e nº 4.557/2017 do BACEN, que exigem política de segurança cibernética e gestão contínua de risco — incluindo o risco de fornecedores. Cada nova aplicação, API de open finance ou ambiente em nuvem provisionado amplia a superfície de ataque externa, muitas vezes sem passar pelo inventário oficial de segurança.
Os pontos cegos são conhecidos: ativos esquecidos de produtos descontinuados, unidades e marcas relacionadas fora do inventário central, ambientes de homologação expostos por engano e a dependência de uma cadeia digital de fornecedores que cada instituição não controla diretamente. O atacante enumera tudo isso. A equipe de segurança precisa enxergar o mesmo.
COMO A CSURFACE AJUDA
A plataforma descobre, classifica e prioriza a exposição externa — com o contexto que uma instituição financeira precisa para agir.
A partir do domínio raiz, a CSURFACE mapeia aplicações, APIs, ambientes em nuvem e ativos de unidades e marcas relacionadas — inclusive o que o inventário oficial não registra.
As interfaces abertas que sustentam o ecossistema financeiro são identificadas e acompanhadas de forma contínua, à medida que mudam.
A fila reflete o que está sob exploração observada — indicadores de exploração ativa e ameaças emergentes — cruzado com a criticidade do canal: open finance, PIX e portais transacionais primeiro.
Cada ativo, achado e mudança na superfície fica registrado com trilha auditável — material objetivo para demonstrar diligência diante das Resoluções CMN nº 4.893 e nº 4.557, inclusive quanto ao risco da cadeia de fornecedores.
| Ativo | Tipo | Exposição |
|---|---|---|
| api-openfinance.exemplo.com.brAPI aberta | Open Finance | crítica |
| pix.exemplo.com.br | Portal transacional | alta |
| app-banking.exemplo.com | App / API mobile | alta |
| hml-core.exemplo.com.brhomologação | Ambiente esquecido | crítica |
Cada canal exposto — open finance, PIX, apps — entra no inventário com o contexto de criticidade do negócio.
PERGUNTAS FREQUENTES
Não. A descoberta é integralmente externa e parte apenas do domínio raiz da organização. Não instalamos agentes nem exigimos credenciais ou acesso à rede interna.
A plataforma opera assim de forma autônoma. Opcionalmente, a CSURFACE integra-se a ambientes de nuvem, WAF, CIEM e outras fontes para enriquecer a análise — integrações que ampliam o contexto, mas não são necessárias para a plataforma funcionar.
Sim. APIs expostas na internet e a exposição externa de ambientes em nuvem fazem parte do escopo de descoberta, assim como aplicações web, certificados e serviços publicamente acessíveis.
Sim. A plataforma mantém trilha auditável de cada ativo, achado e mudança na superfície externa, com histórico — material objetivo para sustentar a política de segurança cibernética e a gestão de risco exigidas pelas Resoluções CMN nº 4.893/2021 e nº 4.557/2017, inclusive o acompanhamento do risco de fornecedores. O mesmo registro apoia a adequação à LGPD no tratamento dos dados financeiros.
Informe o domínio da sua instituição e receba uma análise preliminar da sua exposição externa. Sem cartão, sem reunião.
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