Descoberta em escala
A partir do domínio raiz, a CSURFACE mapeia faixas de IP, equipamentos de borda, portais e APIs expostos — incluindo os ativos de unidades e marcas incorporadas por aquisição que escapam ao controle central.
TELECOMUNICAÇÕES
O setor de telecomunicações opera uma das superfícies de ataque mais extensas e distribuídas que existem. A CSURFACE descobre, classifica e monitora continuamente os ativos de operadoras e provedores expostos na internet — inclusive os que nenhum inventário registra.
O CONTEXTO DO SETOR
Operadoras e provedores administram faixas de endereçamento extensas, milhares de equipamentos de borda — gateways, roteadores e CPEs instalados na ponta do assinante —, portais de autoatendimento, sistemas de negócio e uma malha de integrações com parceiros. Como prestadores de um serviço regulado pela Anatel sob a Lei Geral de Telecomunicações e frequentemente tratado como infraestrutura crítica, respondem tanto pela continuidade da operação quanto pela proteção dos dados de assinante sob a LGPD. Cada elemento exposto na internet é um possível ponto de entrada, e o volume torna o inventário manual impraticável.
Os equipamentos de borda concentram parte expressiva do risco: distribuídos aos milhares e nem sempre atualizados no ritmo adequado, permanecem acessíveis pela internet o tempo todo. Somam-se a herança de aquisições e as unidades e marcas incorporadas ao longo do tempo — grandes blocos de IP, domínios e ambientes que raramente são consolidados em uma visão única. É essa exposição dispersa que um atacante enumera primeiro.
COMO A CSURFACE AJUDA
A plataforma mapeia a exposição externa de operadoras e provedores do ponto de vista de quem ataca — sem agentes e sem tocar na infraestrutura de rede.
A partir do domínio raiz, a CSURFACE mapeia faixas de IP, equipamentos de borda, portais e APIs expostos — incluindo os ativos de unidades e marcas incorporadas por aquisição que escapam ao controle central.
Elementos de rede e gateways acessíveis pela internet são identificados e avaliados, trazendo à visibilidade a camada que mais concentra exposição no setor.
Entre dezenas de milhares de ativos, a fila destaca os poucos sob exploração ativa que de fato importam — elementos de rede e portais de assinante à frente.
Portais de autoatendimento e sistemas que custodiam dados de assinante recebem destaque no inventário, sustentando a proteção exigida pela LGPD e a diligência esperada de um serviço regulado pela Anatel e enquadrado como infraestrutura crítica.
| Ativo | Tipo | Exposição |
|---|---|---|
| gw-borda.exemplo.com.brmilhares na ponta | Equipamento de borda | crítica |
| portal-assinante.exemplo.com | Portal de assinante | alta |
| 200.18.x.0/22bloco de IP | Faixa de endereçamento | alta |
| cpe-legado.exemplo.com.brsem atualização | CPE exposto | crítica |
A superfície vasta e distribuída — faixas de IP, equipamentos de borda e portais de assinante — consolidada em um só inventário.
PERGUNTAS FREQUENTES
Não. A descoberta é integralmente externa e parte apenas do domínio raiz. Não instalamos agentes nem exigimos acesso à rede, o que torna a adoção segura mesmo em ambientes de missão crítica.
A plataforma opera assim de forma autônoma. Opcionalmente, a CSURFACE integra-se a ambientes de nuvem, WAF, CIEM e outras fontes para enriquecer a análise — integrações que ampliam o contexto, mas não são necessárias para a plataforma funcionar.
Sim. Gateways, roteadores e elementos de rede acessíveis pela internet são descobertos e classificados, trazendo à visibilidade a camada que costuma ficar fora dos inventários tradicionais.
Sim. Blocos de IP extensos são enumerados e correlacionados ao domínio raiz e às unidades e marcas da operação, consolidando em um único inventário o que costuma estar distribuído por vários sistemas de controle — sem depender de listas mantidas manualmente.
Informe o domínio da sua empresa e receba uma análise preliminar da exposição externa. Sem cartão, sem reunião.
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