CONTINUOUS EXPOSURE MANAGEMENT

Machine Learning e camada agêntica, em uma só plataforma.

A CSURFACE reúne descoberta com Machine Learning, camada agêntica de propriedade, classificação contextual, priorização por inteligência de exploração, validação de exploitabilidade e quantificação financeira de risco — sob um único modelo de dados, sem a necessidade de integrar múltiplas ferramentas.

COMO A PLATAFORMA TRABALHA

As cinco fases do CTEM, em um ciclo contínuo

Continuous Threat Exposure Management — escopo, descoberta, priorização, validação e mobilização. Selecione cada fase para ver como a CSURFACE a executa.

FASE 01 · SCOPING

Escopo definido pelo negócio

O ciclo começa delimitando o que importa: a superfície de ataque externa no escopo, os ativos e entidades relacionadas — a partir do domínio raiz — e o contexto de negócio que orienta a prioridade. Sem listas a fornecer.

  • Superfície externa no escopo, a partir do domínio raiz
  • Entidades relacionadas, independente do país
  • Contexto de negócio guiando o que é crítico

FASE 02 · DISCOVERY

Descoberta e atribuição sem input

A CSURFACE mapeia toda a superfície externa — domínios, subdomínios, IPs, aplicações, APIs e ativos em nuvem — e atribui a propriedade de cada um por Machine Learning, com o falso positivo eliminado antes de chegar ao painel. Inclui shadow IT e ambientes fora do inventário oficial.

  • Mapeamento a partir do domínio raiz, sem agentes
  • Propriedade atribuída por Machine Learning
  • Shadow IT, legado e ativos efêmeros no escopo

FASE 03 · PRIORITIZATION

Priorização por risco real

Cada exposição é ponderada por muitos sinais — ameaça e exploração ativa, exposição, alcance e contexto de negócio — em um modelo de Machine Learning. A fila de correção reflete o risco real, acima da pontuação de severidade isolada.

  • Ameaça e exploração ativa cruzadas com contexto de negócio
  • Muitos sinais combinados por ML em uma única prioridade
  • Recalibração contínua conforme o cenário muda

FASE 04 · VALIDATION

Validação de explorabilidade

Onde há cobertura de módulos de teste, a CSURFACE confirma a explorabilidade de forma ativa e externa; no restante da superfície, a avaliação é por detecção passiva. O time trata exposições comprovadas e o impacto em cascata que elas alcançam.

  • Teste ativo e externo no escopo coberto
  • Detecção passiva no restante da superfície
  • Blast radius: o alcance real da exploração

FASE 05 · MOBILIZATION

Mobilização da correção

A exposição validada vira ação: a fila priorizada é roteada à área e ao responsável certos, com contexto para agir, e o reteste acontece automaticamente após a correção. A superfície é reavaliada de forma contínua e o ciclo recomeça.

  • Fila roteada à área e ao responsável corretos
  • Reteste automático após a correção
  • Reavaliação contínua: o ciclo se fecha e recomeça

PILARES DA PLATAFORMA

Uma plataforma, todos os pilares da gestão de exposição

Descoberta, priorização, validação e resposta operam sob um único modelo de dados — cada pilar alimenta o próximo, sem integrar múltiplas ferramentas.

Attack Surface Management · ASM

Toda a superfície, sempre à vista

Descoberta contínua de tudo que está exposto na internet, a partir do domínio raiz — inclusive shadow IT e ativos fora do inventário oficial.

Continuous Threat Exposure Management · CTEM

Exposição gerida como programa

As cinco fases do ciclo contínuo — escopo, descoberta, priorização, validação e mobilização — operacionalizadas numa só plataforma.

Risk-Based Vulnerability Management · RBVM

Trate primeiro o que o atacante explora

Priorização baseada em risco real: a explorabilidade ativa e a criticidade do ativo definem a fila, acima da nota teórica.

Validação

Explorável de verdade, comprovado

Confirmação ativa e externa de que a exposição é real — e de que a correção de fato fechou o caminho de ataque.

Threat Intel

O que está sendo explorado agora

Sinais de exploração ativa e ameaças emergentes que reordenam a prioridade em tempo real, antes que a janela de risco se abra.

Conectores

Some ao que você já tem

Integra nuvem, WAF, EDR, SIEM e mais para reconciliar a superfície externa com a interna e revelar o que não tem dono nem cobertura.

Supply Chain

O risco que vem de terceiros

Mapeia os componentes de terceiros embutidos nos seus ativos — scripts, CDNs e APIs — como parte da sua exposição.

Credenciais

Credenciais vazadas, em horas

Monitora credenciais corporativas expostas em vazamentos e na dark web, com validação ativa do que ainda funciona.

Cyber Risk Quantification · CRQ

Risco traduzido para o board

Exposição técnica convertida em valor financeiro — ALE e VaR — para sustentar a decisão executiva com evidência.

RBVM · PRIORIZAÇÃO BASEADA EM RISCO

A fila de remediação que reflete a ameaça real

A priorização baseada em risco combina a explorabilidade ativa de cada exposição com a criticidade do ativo. O que um atacante trataria primeiro sobe ao topo da fila — acima da severidade puramente teórica.

  • Explorabilidade ativa e criticidade do ativo definem a ordem
  • A fila se reordena quando surge nova exploração
  • Menos volume no topo — foco no que muda o risco
fila de remediação · priorizada por risco
#ExposiçãoExplorabilidadeCVSS
1Execução remota em portal legado portal.exemplo.com.brexploração ativa8.1
2Credencial válida exposta vpn.exemplo.com.brconfirmada
3Desserialização insegura api.exemplo.comexploit público9.8
4Componente desatualizado cdn.exemplo.comsem sinal7.5

A prioridade acompanha a explorabilidade real: uma exposição sob ataque ativo (CVSS 8.1) fica acima de uma falha teórica de nota mais alta (CVSS 9.8).

PERGUNTAS FREQUENTES

FAQ

Preciso comprar módulos separados?

O ciclo de exposição é uma plataforma integrada — escopo, descoberta, priorização, validação e mobilização compartilham o mesmo modelo de dados. Sobre esse núcleo, módulos adicionais — TPRM, CRQ (Risco em Reais) e Attack Path Analysis — estendem a plataforma conforme a necessidade.

A plataforma exige agentes ou instalação?

Não. Toda a análise é externa e parte apenas do domínio raiz da organização — sem agentes, sem credenciais e sem acesso à rede interna. A plataforma opera assim de forma autônoma.

Opcionalmente, a CSURFACE integra-se a ambientes de nuvem, WAF, CIEM e outras fontes para enriquecer a análise — integrações que ampliam o contexto, mas não são necessárias para a plataforma funcionar.

Quanto tempo até os primeiros resultados?

Os primeiros ativos aparecem em poucas horas e a cobertura se consolida nos primeiros dias — sem o ciclo de implantação dos scanners tradicionais.

A plataforma cobre o ambiente interno?

Não. O foco da CSURFACE é a exposição externa — a superfície de ataque acessível pela internet, que é por onde um atacante começa.

Veja a plataforma aplicada ao seu cenário.

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