EXPLOIT & THREAT INTELLIGENCE

Corrija o que está sob exploração ativa.

A CSURFACE prioriza cada vulnerabilidade pela probabilidade real de exploração, à frente da severidade teórica de um score estático. A fila de correção se mantém atualizada conforme o cenário de ameaças evolui, para que o time invista capacidade no que importa hoje.

O DESAFIO

Severidade teórica não diz o que está sob ataque

A maioria dos programas de gestão de vulnerabilidades ordena a fila de correção por severidade técnica. Essa nota mede o impacto potencial caso a vulnerabilidade seja explorada, mas é atribuída no momento da divulgação e raramente revista. Ela não indica se a vulnerabilidade está sendo explorada agora, nem se há código de exploração em circulação.

O resultado é uma fila descalibrada: a equipe consome capacidade em itens de nota alta sem exploração observada, enquanto vulnerabilidades de severidade média — já presentes em ataques ativos — permanecem abertas. Uma pequena fração das vulnerabilidades divulgadas concentra a maior parte da exploração real, e é exatamente essa fração que precisa de visibilidade.

A exploração real não é a mesma de ontem. O EPSS de vulnerabilidades quase inertes dispara de repente, enquanto o CVSS permanece parado.

EPSS Growth Radar · score de exploração ao longo do tempo (ilustrativo)
EPSS Score — por vulnerabilidade Permanece dormente Salto repentino

Ordenar por severidade teórica deixa passar justamente as vulnerabilidades cujo EPSS disparou — muitas já na CISA KEV. A CSURFACE reordena a fila por exploração real no dia em que o cenário muda, não no próximo ciclo.

A urgência real vive na interseção: as vulnerabilidades que estão ao mesmo tempo na CISA KEV, com exploit público e EPSS alto.

THREAT OVERLAP · KEV × exploits × EPSS >50% (ilustrativo)
KEV (829) Exploit (523) EPSS >50% (484) 230 21 0 117 99 2 383

Das milhares divulgadas, poucas caem nas três dimensões ao mesmo tempo — esse núcleo é o que precisa subir na fila primeiro. É exatamente a fração que a severidade teórica dilui.

CAPACIDADES

Priorização orientada à exploitabilidade real

Cada vulnerabilidade do seu inventário recebe uma prioridade que reflete a ameaça atual — e que se ajusta sozinha quando o cenário muda.

Exploitabilidade observada

A priorização considera evidências de exploração em curso e a probabilidade estatística de exploração no curto prazo, acima do impacto potencial isolado.

Catálogos de exploração ativa

Vulnerabilidades com exploração confirmada por referências reconhecidas do setor são elevadas automaticamente na fila de correção.

Contexto do ativo

A criticidade de negócio e o grau de exposição de cada ativo entram no cálculo — a mesma vulnerabilidade pesa diferente conforme onde está.

Fila sempre atualizada

Quando o panorama de ameaças muda, a prioridade é recalculada sem intervenção manual. A lista de correção nunca fica defasada.

Justificativa auditável

Cada item prioritário acompanha o motivo da classificação — uma explicação clara para o time técnico, a auditoria e a liderança.

Alertas relevantes

Quando uma vulnerabilidade antes secundária se torna crítica, o time é notificado de imediato — sem inundar a equipe com ruído.

SINAL PROPRIETÁRIO

Interesse do atacante, observado na prática

Além das fontes públicas de inteligência, a CSURFACE opera o Threat Sensor — aberto e gratuito — e uma malha de sensores e honeypots que capta atividade ofensiva real: quais CVEs, serviços e padrões os atacantes estão sondando agora, em escala.

Esse sinal de interesse do atacante entra como uma dimensão adicional na priorização. Uma vulnerabilidade que passa a ser ativamente buscada na internet sobe na fila antes mesmo de figurar em um catálogo público — a remediação acompanha o movimento real de quem ataca.

Explorar o Threat Sensor (grátis) →

PRIORIZAÇÃO

A priorização final pondera muitos sinais

A inteligência de ameaça é um dos fatores. A priorização combina dezenas de sinais — ameaça, exposição e contexto de negócio — em um modelo de Machine Learning, entregando uma fila que reflete o risco real.

Como a priorização inteligente funciona →

COMO FUNCIONA

Da vulnerabilidade detectada à fila certa

01

Avaliação

Cada vulnerabilidade do inventário é avaliada quanto à severidade técnica, à exploitabilidade real e à criticidade do ativo afetado.

02

Priorização

As dimensões são combinadas em uma prioridade única, acompanhada da justificativa que explica por que aquele item está acima dos demais.

03

Atualização contínua

A prioridade é recalculada sempre que o cenário de ameaças muda, e mudanças relevantes geram alerta para a equipe.

O QUE VOCÊ GANHA

Capacidade investida no risco que existe agora

Priorizar pela ameaça real transforma uma lista interminável em um plano de correção objetivo e defensável.

Foco no que importa

A equipe corrige primeiro o que está efetivamente sob ameaça, em vez de seguir uma ordem teórica.

Resposta mais rápida

Quando uma vulnerabilidade entra em exploração ativa, ela sobe na fila e o time é avisado sem atraso.

Decisões justificáveis

Cada prioridade vem com o raciocínio por trás dela — pronto para auditoria e para a liderança.

PERGUNTAS FREQUENTES

FAQ

A CSURFACE descarta a severidade técnica?

Não. A severidade técnica continua sendo uma dimensão importante e entra como linha de base. O que muda é que ela deixa de ser o único critério: a priorização final combina severidade, exploitabilidade real e criticidade do ativo.

Com que frequência a fila de correção é atualizada?

A priorização é revista de forma contínua. Sempre que surgem novas evidências de exploração ou que a criticidade de um ativo muda, a prioridade é recalculada automaticamente, sem necessidade de intervenção manual.

É possível entender por que um item está no topo da fila?

Sim. Cada vulnerabilidade prioritária acompanha uma justificativa clara dos fatores que determinaram sua classificação — adequada tanto para o time técnico quanto para auditoria e liderança.

A priorização considera a criticidade dos ativos?

Sim. A mesma vulnerabilidade recebe uma prioridade diferente conforme o ativo afetado. A criticidade de negócio e o grau de exposição entram no cálculo, evitando tratar todos os ativos como iguais.

Veja como sua fila de correção mudaria com priorização por ameaça real.

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