Priorização baseada em ameaça

A ordem de correção definida pela ameaça real.

A nota CVSS mede a gravidade técnica de uma falha, mas não informa se ela está sendo explorada nem qual ativo ela atinge. O BeforeTHEM calcula a prioridade de cada vulnerabilidade a partir da ameaça observada no mundo e do papel do ativo na sua rede, e apresenta os fatores que levaram a cada resultado.

Como a prioridade é calculada

Três fatores, uma prioridade de 0 a 100.

Todos os fatores vêm de dados coletados e de inteligência de ameaças. Nenhum depende de classificação manual, e cada achado mostra a composição da sua prioridade.

fator 1Ameaça

O quanto a falha está sendo explorada e o quão fácil é explorá-la.

fator 2Papel do ativo

O impacto de um comprometimento, conforme a função do ativo na rede.

fator 3Exposição

Se a falha está alcançável: exposta à internet, em execução ou apenas instalada.

resultadoPrioridade

De 0 a 100, que define a posição na fila de correção.

Fator 1 · Ameaça

Os sinais que compõem a ameaça.

A ameaça parte da gravidade técnica e é elevada por evidências de exploração. Quanto mais concreta a evidência, mais alto a falha sobe na escala, independentemente da nota CVSS.

SinalO que indicaEfeito na prioridade
Uso por ransomwarea falha aparece em campanhas conhecidas de ransomwareleva a falha ao topo da escala
Exploração confirmadaa falha consta no catálogo KEV da CISA, com exploração registrada em ataques reaiscoloca a falha na faixa crítica
Exploit armadoexiste exploit pronto para uso em frameworks de ataque, conforme a inteligência do ThreatSensorcoloca a falha na faixa crítica
Exploit públicohá código de exploração publicadoeleva a ameaça
Prova de conceitoa técnica de exploração é conhecida e reproduzíveleleva a ameaça
EPSSprobabilidade de exploração nos próximos 30 dias, atualizada diariamentepercentis altos elevam a ameaça, e os mais altos a colocam perto da faixa crítica
CVSSgravidade técnica da falhadefine o ponto de partida

Inteligência do ThreatSensor

Quando já existe exploit pronto, a prioridade sobe.

O ThreatSensor é a inteligência de ameaças da CSURFACE. Ele mantém o mapeamento das vulnerabilidades que já têm exploit armado em frameworks de ataque, e esse sinal entra diretamente no cálculo de ameaça do BeforeTHEM. Uma falha que pode ser explorada com uma ferramenta pronta é tratada como crítica, mesmo quando a nota CVSS é moderada.

Fator 2 · Papel do ativo

A mesma falha pesa mais no controlador de domínio.

O papel de cada ativo é identificado automaticamente pelos serviços que ele executa, sem cadastro manual. Quando um ativo exerce mais de uma função, prevalece a mais crítica.

Fator 3 · Exposição

  • Exposto à internet. A falha alcançável de fora da empresa recebe peso adicional.
  • Em execução ou apenas instalado. Um software instalado, mas parado, pesa menos do que um serviço em execução, e menos ainda do que um serviço escutando na rede.
PESO RELATIVO POR PAPEL
Controlador de domínio
Banco de dados
ERP e CRM
Virtualização e gestão
DNS
Servidor de aplicação
E-mail
Arquivos
Servidor web
Demais ativos

Prioridade explicável

Cada prioridade mostra a sua composição.

No detalhe de cada achado, a equipe vê os sinais de ameaça, o papel do ativo e a exposição que definiram a prioridade. A decisão de corrigir primeiro fica fundamentada, e a conversa com a área de infraestrutura fica mais simples.

  • Grau de certeza. Cada achado informa se veio de um banner, da versão lida no host ou de um teste ativo.
  • Faixa de severidade estável. A faixa crítica, alta, média ou baixa vem da ameaça; o papel e a exposição ajustam a ordem dentro da fila.

Fila de trabalho

Por ativo ou por vulnerabilidade.

A equipe de infraestrutura costuma organizar o trabalho por servidor, e a de segurança, por vulnerabilidade. A fila oferece as duas visões sobre os mesmos dados, com filtros por filial, sub-rede, tipo de ativo e sistema operacional.

POR ATIVO

Tudo o que um servidor precisa

Abra o host e veja as falhas dele em ordem de prioridade, com serviços, software instalado e histórico. Útil para planejar uma janela de manutenção.

POR VULNERABILIDADE

Onde uma falha aparece

Abra a CVE e veja todos os ativos afetados. Útil quando um novo alerta é publicado e a pergunta é se a empresa está exposta.

Veja a fila de correção ordenada pela ameaça.

Na demonstração, comparamos a mesma rede ordenada apenas por CVSS e ordenada pela priorização baseada em ameaça.