A detecção baseada em agente é precisa e profunda no ativo em que o agente está instalado. O limite dela não é técnico, é de inventário: o agente cobre o que alguém provisionou. O subdomínio que subiu numa sexta, o ambiente de homologação publicado por engano, o ativo da empresa que veio numa aquisição, nada disso recebeu agente, e por isso nada disso entra no relatório.
O Qualys tem um módulo de superfície externa que estende essa visão para fora. Ele descobre e enumera ativos expostos, dentro de uma suíte cujo centro de gravidade continua na detecção interna. É uma capacidade complementar num produto amplo, e funciona como tal.
A CSURFACE faz uma coisa só. Observa a superfície externa da organização a partir do domínio raiz, atribui cada ativo descoberto ao dono por rastro técnico e por propriedade legal, e valida exploitabilidade sobre o que foi descoberto, entregando o achado com a prova que o próprio alvo devolveu. O resultado prático é a diferença entre as duas listas: a que o seu programa já conhece e a que responde na internet.
As duas coisas convivem, e a maior parte das instituições opera assim. A comparação abaixo é por capacidade, e a coluna do Qualys reconhece onde ele ganha.